As construções humanas são muito frágeis
Como se pode ver pelo que está a acontecer, aqui, em Portugal, as construções humanas são muito frágeis. Tudo aquilo que construímos tem um tempo, tem um início e um fim, não é para sempre. Temos de ter esta noção.
A nossa vida tem um fim mais cedo ou mais tarde, uma amizade, muitas vezes um casamento - que os casamentos durem para sempre é o que eu desejo -, é um pai, uma mãe que morrem, algumas vezes um irmão, um tio, um primo, um vizinho. Mas, os fins não ficam por aqui. É o emprego que termina, a saúde que treme, uma fábrica que é destruída, uma situação, uma circunstância que conhece o seu fim, altera-se, muda, nada mais é igual, nada mais fica na mesma. A incerteza, a incertitude são inerentes à vida, à nossa existência que é, realmente, frágil.
O que nos resta? Aprender a viver assim e, no caso, das construções físicas, construí-las o mais resistentes possíveis, adequadas aos mais diversos cenários. O que deve permanecer sempre forte e resistente é o nosso espírito, a nossa coragem, a nossa resiliência, porque à volta tudo mundo de um segundo para outro. Preparem-se para tudo, vivam em paz, apesar de tudo!
Sandra Ribeiro
Humanista
sabedoriadosdias.blogspot.com
https://substack.com/@sandraribeiro1?
Nota: Agradecia, por favor, que espalhassem as mensagens deste blogue que está, igualmente, no substack no endereço acima descrito.

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